O que é flexibilidade no trabalho? Será que vale a pena implementar?

Entenda o que é flexibilidade no trabalho, seus principais benefícios e se vale mesmo a pena implementar na sua empresa.

Você sabe o que é flexibilidade no trabalho?

Essa é uma prática que vem sendo cada vez mais adotada pelas organizações, principalmente com a chegada dos Millennials ao mercado de trabalho.

A rigidez de horários e da rotina do produtiva tem sido repensada dentro das empresas nos últimos anos. Dar autonomia para que o colaborador controle sua própria carga horária e sua entrega de demandas pode alavancar os resultados do negócio.

Neste artigo, você vai entender melhor o que é flexibilidade no trabalho, seus principais benefícios e se vale mesmo a pena implementar na sua empresa.

O que é flexibilidade no trabalho?

O que é flexibilidade no trabalho pode ser definido como a liberdade e autonomia que se dá aos colaboradores de uma empresa para fazerem seus próprios horários e controlarem suas rotinas de produtivas.

A intenção dessa prática é permitir que os funcionários trabalhem dentro do próprio ritmo e possam alcançar maior equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Isso, consequentemente, se reflete no nível de satisfação e motivação dos colaboradores e nos resultados da empresa.

A flexibilidade no trabalho está relacionada também a horizontalização da hierarquia organizacional. Ou seja, as relações entre líderes e liderados são mais fluidas e menos rígidas.

Ser flexível no trabalho é saber explorar diferentes formas de executar determinadas atividades e ter mais controle sobre os processos

Principais benefícios da flexibilidade no trabalho

A flexibilidade no trabalho pode trazer inúmeros benefícios para as organizações. Dentre os principais, podemos citar:

Como saber se vale a pena implementar a flexibilidade no trabalho?

Apesar dos benefícios citados anteriormente, nem sempre será uma boa ideia implementar a flexibilidade no trabalho dentro da sua empresa. Isso porque essa prática vai depender, basicamente, de dois fatores: as atividades do seu negócio e o perfil dos colaboradores.

Se o seu negócio é um empresa de suporte técnico 24h, por exemplo, é necessário contar com profissionais sempre disponíveis para prestar esse tipo de serviço. Outro exemplo é uma agência bancária, que geralmente funciona de 10h às 16h e tem pouco espaço de tempo para negociar uma flexibilização da carga horária.

Agora, mesmo que as atividades exercidas pela sua empresa permitam certa flexibilização, pode ser que o perfil dos seus colaboradores não tenha muito a ver com esse formato de trabalho. Há muitos profissionais que produzem melhor quando os horários de entrada e saída são bem definidos.

Dessa forma, procure conhecer melhor o perfil comportamental dos seus colaboradores e se eles acham que seria uma boa ideia implementar a flexibilização no trabalho.

Não se esqueça também de verificar se a sua empresa está preparada, em termos de infraestrutura e volume de demandas, para implementar o modelo flexível de trabalho.

3 tipos básicos de flexibilidade no trabalho

Se, após analisar bem a realidade da sua empresa, você chegou a conclusão de que implementar a flexibilidade no trabalho é uma boa ideia, então é preciso entender qual a melhor de fazer isso. 

Basicamente, existem 3 maneiras de adotar a flexibilidade no trabalho. São elas:

1. Fixo Variável

Diferentes turnos de trabalho são oferecidos ao colaborador. Cabe a ele escolher uma das opções.

2. Variável

O colaborar é quem decide sua hora de entrar e de sair. No entanto, esse horário definido por ele mesmo precisa ser cumprido todos os dias.

3. Livre

A empresa define uma carga horária diária ou semanal para o colaborador, mas não há horários fixos de entrada e de saída; o próprio colaborador é quem decide quando entrar e quando sair, desde que cumpra o total de horas estabelecidas pela empresa.

E aí? Ficou claro o que é flexibilidade no trabalho? Que tal adotar essa prática na sua empresa?

Lembre-se de que a flexibilidade, apesar de ser uma tendência no mercado de trabalho, não precisa ser uma regra. Algumas empresas podem obter vantagens com essa prática, enquanto outras são melhores com rotinas mais rígidas. Tudo vai depender do tipo de atividade e do perfil comportamental de cada colaborador.

Este post foi escrito pela equipe da Siteware, uma empresa que une pessoas, operação e estratégia em um único software, para que as empresas melhorem seus resultados, sua comunicação e sua governança.

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